"O homem dos meus sonhos tem que ter qualquer coisa de menino maluquinho, de caçador diante da presa, de amigo nas horas difíceis, de amante à moda antiga, de poetinha apaixonado. Quixote enfrentando moinhos, Einstein na inteligência, e Gandhi na sabedoria. Mas, se nada disso tiver... só tem que ser alguém que: toque a minha alma, e eu a sua; compartilhe meus sonhos, as minhas alegrias, e minhas tristezas.
Que ame a vida, o sorriso de uma criança, um dia de sol. Que goste de chupar "manga no pé ", tomar fanta uva de canudinho, que saiba fazer pipoca doce, sorvete na praia, caipirinha no almoço, um vinho à luz de velas. Que se emocione com " Un-Break My Heart ", ou com as "Quatro estações " de Vivaldi. Com uma noite de luar, uma madrugada de chuva, uma caminhada a tardinha na praia. Que tenha arrepios com Hitchcok, que chore com ghost, que se divirta com os Simpsons, e que ache o máximo assistir a sessão desenhos num domingo de manhã. Um homem que queira fazer amor, a qualquer hora, em qualquer lugar. Que na hora do amor, viva as minhas e as suas fantasias; que me queira como amante, e... que seja "meu homem". Que quando estivermos juntos, o seu gozo seja o meu, o seu desejo... meu começo, meio e fim. Que depois do amor, durma em meus braços... Sabendo que pertencemos um ao outro. E... que hoje, será sempre o primeiro dia do resto de nossas vidas. Sabendo que o amor " não é imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure. "
Ah ! E que nunca esqueça de dizer EU TE AMO!!!
Este diário internautico, serve de descaminho para manutenção dos pensamentos alheios, meus e de quem quiser.
18 de maio de 2009
Fênix
Porque sou nuvem e sou sangue,
E guardo um doce segredo
É que nada me sacia.
Tenho mais nervos que entranhas
Sou mais angústia que medo
Mais solidão que energia.
Matéria-prima de mim
Essa aridez me consome
A me retesar as veias
Eu tenho a carne em pedaços
E costuradas na alma
Umas lembranças tão feias.
Me liquefaz a garganta
A minha sede de abraços
E não têm fim nem cansaço
As marcas que me deixaram
Minhas orgias de santa.
Eu morro assim do avesso
Morro sem verbo e sem plano
Sem um poema decente
Que viva até nunca mais.
As marcas que em mim deixaram
Essas lembranças tão feias
Não têm começo nem fim
Mas sei que a qualquer instante
Não vai haver quem se espante
Se eu renascer de mim.
(Cris Carvalho)
E guardo um doce segredo
É que nada me sacia.
Tenho mais nervos que entranhas
Sou mais angústia que medo
Mais solidão que energia.
Matéria-prima de mim
Essa aridez me consome
A me retesar as veias
Eu tenho a carne em pedaços
E costuradas na alma
Umas lembranças tão feias.
Me liquefaz a garganta
A minha sede de abraços
E não têm fim nem cansaço
As marcas que me deixaram
Minhas orgias de santa.
Eu morro assim do avesso
Morro sem verbo e sem plano
Sem um poema decente
Que viva até nunca mais.
As marcas que em mim deixaram
Essas lembranças tão feias
Não têm começo nem fim
Mas sei que a qualquer instante
Não vai haver quem se espante
Se eu renascer de mim.
(Cris Carvalho)
Ei me arranja ai uns DEZ abafos
De igual pra igual meu coração hoje está uma tsunami
Uma revolta, uma Ré e uma volta
Mil voltas de tantas voltas que essa vida louca breve me dá
Uma volta, volta e meia me humilha, me arremete lá pra cima
Constrói-me o orgulho, mas o bolso em retalhos no que me parece uma eterna recostura
Pede ali pede aqui, liga desliga-me.
Ai que ódio desta minha incapacidade
Vai depender da minha capacidade
Da minha capacidade de raciocínio em me poupar
Ai me poupe!
Não sei poupar...
Agora pode contradição maior? Pagar todas as contas, até a farmácia, ai meus sais, ai meus remédinhos... únicos verdadeirinhos, sim por que são os mais fortes, até mais fortes que eu, me derrubam logo, sono lento, sonolento.
Tudo hoje decidiu sair assim pela culatra.
Um ralo, um ralo a minha cara! Um ralo na minha cara, um ralo minha cara!
Turbilhão às avessas, raiva e mar revolto.
Tiro o cu dos outros da reta mas quem tira o meu? EU? EU!
Pois é Eu se phudEU...
Uma revolta, uma Ré e uma volta
Mil voltas de tantas voltas que essa vida louca breve me dá
Uma volta, volta e meia me humilha, me arremete lá pra cima
Constrói-me o orgulho, mas o bolso em retalhos no que me parece uma eterna recostura
Pede ali pede aqui, liga desliga-me.
Ai que ódio desta minha incapacidade
Vai depender da minha capacidade
Da minha capacidade de raciocínio em me poupar
Ai me poupe!
Não sei poupar...
Agora pode contradição maior? Pagar todas as contas, até a farmácia, ai meus sais, ai meus remédinhos... únicos verdadeirinhos, sim por que são os mais fortes, até mais fortes que eu, me derrubam logo, sono lento, sonolento.
Tudo hoje decidiu sair assim pela culatra.
Um ralo, um ralo a minha cara! Um ralo na minha cara, um ralo minha cara!
Turbilhão às avessas, raiva e mar revolto.
Tiro o cu dos outros da reta mas quem tira o meu? EU? EU!
Pois é Eu se phudEU...
Querido escritor Mário Quinatana,
O primeiro poema teu que li foi aquele da chuva, mas não foi agora na quarta série, não, foi na segunda, e eu estudava em outra sala. É bom de ouvir, gostei um monte. Mas, tem uma coisa: você tem mesmo certeza que a chuva faz pirulilin.. lulin.. lulin? Parei pra ouvir a chuva no meu telhado e parece que não faz. Vai ver é por causa do tipo de telhado. Ou se não, é porque é chuva de poema. A Léia disse que você é um poeta-passarinho, então vai ver que, em telhdo de poeta-passarinho, a chuva faz pirulin... lulin... lulin...lulin. ..
Sabe os poemas em que você fala de vento? Esses eu gostei mais ou menos. Não é por causa dos poemas não, é porque não me dou bem com dia de vento. Quando aconteceram certas coisas na minha vida, tipo o dia que a polícia levou o meu pai, o dia que o meu tio morreu, o dia que os bandidos mataram o pai da Luti, tava ventando.
Você fala "do vento que anda perdido pelas ruas da cidade". Pode ser que o vento que caiu justo no dia desses acontecimentos ruins da minha vida tenha se perdido também. Lembro dessas coisas sinistras mesmo sem o vento, mas quando cai vento a lembrança fica lembrada demais, e parece que tudo acontece de novo ali na minha frente.
Falei pra Luti: ah! eu queria morar numa ruazinha igual aquela do poema do Mário Quintana, que começa assim: "dorme, ruazinha, é tudo escuro", mas aquela é rua de poema! A luti vive querendo virar tudo que é de sonho em coisa de verdade e diz que a nossa rua ainda vai ser tranquila, sem tiroteio e outras coisas tristes, e dá um monte de idéias pra gente conseguir isso. Não falo quais as idéias que se não a carta vai ficar muito comprida e você vai se cansar de ler.
Eu não tô achando um jeito legal de terminar a carta, então termino mandando um monte de beijos, um beijo pra cada poema que você escreveu.
De seu leitor
Breno de Oliveira 12 anos"
Sabe os poemas em que você fala de vento? Esses eu gostei mais ou menos. Não é por causa dos poemas não, é porque não me dou bem com dia de vento. Quando aconteceram certas coisas na minha vida, tipo o dia que a polícia levou o meu pai, o dia que o meu tio morreu, o dia que os bandidos mataram o pai da Luti, tava ventando.
Você fala "do vento que anda perdido pelas ruas da cidade". Pode ser que o vento que caiu justo no dia desses acontecimentos ruins da minha vida tenha se perdido também. Lembro dessas coisas sinistras mesmo sem o vento, mas quando cai vento a lembrança fica lembrada demais, e parece que tudo acontece de novo ali na minha frente.
Falei pra Luti: ah! eu queria morar numa ruazinha igual aquela do poema do Mário Quintana, que começa assim: "dorme, ruazinha, é tudo escuro", mas aquela é rua de poema! A luti vive querendo virar tudo que é de sonho em coisa de verdade e diz que a nossa rua ainda vai ser tranquila, sem tiroteio e outras coisas tristes, e dá um monte de idéias pra gente conseguir isso. Não falo quais as idéias que se não a carta vai ficar muito comprida e você vai se cansar de ler.
Eu não tô achando um jeito legal de terminar a carta, então termino mandando um monte de beijos, um beijo pra cada poema que você escreveu.
De seu leitor
Breno de Oliveira 12 anos"
22:35 em ponto de bala.
Nem sei por onde começar, levar um fora em menos de quinze dias, não sei se de fato isso é bom ou é ruim, havia tempos que nem foras eu levava, também não sei com quantos lados positivos devo avaliar esses episódios “isolados” da minha vida.
De certo que estou é com raiva muita raiva, o primeiro grifava na minha cara a palavra amizade como se eu não estivesse pronto para o NÃO.
Não, não estou e de certo nunca estarei.
O segundo me diz que NÃO, e vai, e eu de Amélia acreditei, pois ali estava ele passando por mim e eu me congelando, cortei até o assunto que tão empolgadamente tecia entre dois amigos (detalhe para os amigos de alianças, prata que só agora o brilho me dói o astigmatismo da alma).
Sou e estou entre a raiva o ódio, arrependimento, esfriamento, destruidor das minhas expectativas, ai meu Deus e eu que havia me prometido de não criá-las, expectativas! RA RA RA.
Às favas com as expectativas, também sou humano e quero ser amado por isso me dou tão bem com elas, a expectativa.
Pois é voltando ao segundo que me deixa mais furioso ainda, ai meus sais, meus açucares, mel então, nem se fala.
Nem sei fico me culpando me orgulhando me ferindo praticamente um São Sebastião crivado de flechas mandadas pelo meu próprio cupido.
Pois bem o primeiro, ou o segundo, muito menos o terceiro ou quantos sejam todos vocês, toda essa progressão aritmética, pois que cresça, some-se aos tantos outros que virão pois sou eu o dono da borracha que apaga os nomes e números de telefone dessa lista da expectativa, mas também sou eu o dono do lápis que reescreve em mim essa história.
E a famosa frase... Foram felizes para sempre... Meu bem, ainda não aconteceu, por que o belo aqui não adormece no ponto, muito menos se deixa devorar pelo lobo.
Que venham todos os príncipes, senhores, estudantes, professores, mestres, palhaços e sacristãos.
Aqui estou acompanhado dela, a minha sempre presente companheira.
ExpectATIVA.
De certo que estou é com raiva muita raiva, o primeiro grifava na minha cara a palavra amizade como se eu não estivesse pronto para o NÃO.
Não, não estou e de certo nunca estarei.
O segundo me diz que NÃO, e vai, e eu de Amélia acreditei, pois ali estava ele passando por mim e eu me congelando, cortei até o assunto que tão empolgadamente tecia entre dois amigos (detalhe para os amigos de alianças, prata que só agora o brilho me dói o astigmatismo da alma).
Sou e estou entre a raiva o ódio, arrependimento, esfriamento, destruidor das minhas expectativas, ai meu Deus e eu que havia me prometido de não criá-las, expectativas! RA RA RA.
Às favas com as expectativas, também sou humano e quero ser amado por isso me dou tão bem com elas, a expectativa.
Pois é voltando ao segundo que me deixa mais furioso ainda, ai meus sais, meus açucares, mel então, nem se fala.
Nem sei fico me culpando me orgulhando me ferindo praticamente um São Sebastião crivado de flechas mandadas pelo meu próprio cupido.
Pois bem o primeiro, ou o segundo, muito menos o terceiro ou quantos sejam todos vocês, toda essa progressão aritmética, pois que cresça, some-se aos tantos outros que virão pois sou eu o dono da borracha que apaga os nomes e números de telefone dessa lista da expectativa, mas também sou eu o dono do lápis que reescreve em mim essa história.
E a famosa frase... Foram felizes para sempre... Meu bem, ainda não aconteceu, por que o belo aqui não adormece no ponto, muito menos se deixa devorar pelo lobo.
Que venham todos os príncipes, senhores, estudantes, professores, mestres, palhaços e sacristãos.
Aqui estou acompanhado dela, a minha sempre presente companheira.
ExpectATIVA.
8 de maio de 2009
Como?
Como se fala com uma pessoa que não te ouve?
Como dizer a alguém que só ouve a própria voz que você também está sofrendo?
Como argumentar com alguém que se acha dono da verdade?
Como agir com uma pessoa que fala o que lhe vem à cabeça, sem pensar, sem medir... como se você fosse desprovida de sentimentos... como se você existisse apenas para ouvir, aceitar, obedecer...
Também tenho sangue nas veias... e ele até é quente e vermelho...
Também sinto...
O que me segura é o medo de magoar...
Apesar de tudo, não quero machucar ninguém deliberadamente... mas não quero mais ser machucada dia após dia... aguentando em silêncio até o limite do suportável...
Não quero mais viver de explosões... não quero mais ouvir e/ou dizer palavras negativas...
Quero uma vida de paz... uma vida tranquila...
Quero reconhecimento, gratidão, consideração...
Como?
Como dizer a alguém que só ouve a própria voz que você também está sofrendo?
Como argumentar com alguém que se acha dono da verdade?
Como agir com uma pessoa que fala o que lhe vem à cabeça, sem pensar, sem medir... como se você fosse desprovida de sentimentos... como se você existisse apenas para ouvir, aceitar, obedecer...
Também tenho sangue nas veias... e ele até é quente e vermelho...
Também sinto...
O que me segura é o medo de magoar...
Apesar de tudo, não quero machucar ninguém deliberadamente... mas não quero mais ser machucada dia após dia... aguentando em silêncio até o limite do suportável...
Não quero mais viver de explosões... não quero mais ouvir e/ou dizer palavras negativas...
Quero uma vida de paz... uma vida tranquila...
Quero reconhecimento, gratidão, consideração...
Como?
7 de maio de 2009
10 motivos loucos por que nos amanos...
De Graco para Cris
1 compra 4 quilos de feijão com quiabo verde só para ajudar
2 ama e desama das formas mais inteligentes como um homem jamais seria
3 é o meio quilo de mulher mais mignon e mais filé que conheço
4 me pertenço a ti muito mais do que a minha mãe
5 me colhe as letras de palmeiras que não vejo florescer poesia alguma
6 adora ganhar presentes seguidos de interjeições guturais grosseiras
7 acha que esses sons guturais são frases completas de amor
8 fecha os feitiços que lança em mim com ares de enigma
9 me chinga de inginorante, me embriaga e ainda diz q me ama
10 aposta corrida de poesia comigo, mal sabendo ela que já está quilômetros a frente.
De Cris para Graco
1 Sou preguiçosa: ia dar um trabalho danado procurar razões pra não amar;
2 Os teus defeitos estão na cara: umas marquinhas de acne saem no photoshop;
3 Sempre que penso em alguém de coração maior que a barriga, teu rosto me vem à mente;
4 Você consegue ser engraçado sem ser ridículo;
5 Você nunca desvia ou baixa os olhos quando fala comigo; olha de frente;
6 Você me conta coisas mais constrangedoras do seu cotidiano, sem medo de bancar o tolo diante de quem te ama;
7 Você me confia tolices, sonhos, inseguranças, o que significa que posso fazer o mesmo sem medo de ser sacaneada;
8 Você não zomba das minhas idiotices; ri comigo, mas não ri de mim, e tem um sorriso arrasador;
9 Nossas pequenas discussões sempre acabam em gargalhadas;
10 Você mente pra me agradar, e eu finjo que acredito pra não te aborrecer.
1 compra 4 quilos de feijão com quiabo verde só para ajudar
2 ama e desama das formas mais inteligentes como um homem jamais seria
3 é o meio quilo de mulher mais mignon e mais filé que conheço
4 me pertenço a ti muito mais do que a minha mãe
5 me colhe as letras de palmeiras que não vejo florescer poesia alguma
6 adora ganhar presentes seguidos de interjeições guturais grosseiras
7 acha que esses sons guturais são frases completas de amor
8 fecha os feitiços que lança em mim com ares de enigma
9 me chinga de inginorante, me embriaga e ainda diz q me ama
10 aposta corrida de poesia comigo, mal sabendo ela que já está quilômetros a frente.
De Cris para Graco
1 Sou preguiçosa: ia dar um trabalho danado procurar razões pra não amar;
2 Os teus defeitos estão na cara: umas marquinhas de acne saem no photoshop;
3 Sempre que penso em alguém de coração maior que a barriga, teu rosto me vem à mente;
4 Você consegue ser engraçado sem ser ridículo;
5 Você nunca desvia ou baixa os olhos quando fala comigo; olha de frente;
6 Você me conta coisas mais constrangedoras do seu cotidiano, sem medo de bancar o tolo diante de quem te ama;
7 Você me confia tolices, sonhos, inseguranças, o que significa que posso fazer o mesmo sem medo de ser sacaneada;
8 Você não zomba das minhas idiotices; ri comigo, mas não ri de mim, e tem um sorriso arrasador;
9 Nossas pequenas discussões sempre acabam em gargalhadas;
10 Você mente pra me agradar, e eu finjo que acredito pra não te aborrecer.
A minha mãe Maria Cheia de Graça
Sabemos que não estamos sozinhos no Universo. Desde que os primeiros seres humanos pisaram este planeta, nas várias partes da Terra, sabemos que não somos fruto do Acaso, mas filhos de um Ser Supremo. Não importa o nome que a gente dê a ele, Buda, Khrishna, Jeová, Alah, ou simplesmente Deus, importa é que ele existe e cuida de nós, e sempre quer o melhor pra nós. Por isto criou tudo o que existe, inclusive os Anjos. Entre esses anjos, alguns têm a missão mais sagrada, que é a de gerar novas vidas e cuidar dessas vidas, com amor incondicional. São as mães. Eu fui “sorteado” com o melhor desses Anjos. Não digo anja, porque todo mundo sabe, anjo não tem sexo. E o meu Anjo, até pelo nome, é cheio de Graça. Graça terrena, mas também graça divina. Não é fácil cuidar de tantos filhos de deus, e incutir na mente e no coração deles as graças que recebeu. Minha mãe conseguiu, e consegue, todo dia, ser digna da bênção que deus lhe deu, de ser mãe. Tudo que eu sei, e sou, devo primeiro a Deus, depois a Dona Graça, e podem até me chamar de príncipe, porque afinal de contas ela veio de outra Maria, que era dos Reis... então.. neto de Rei... é príncipe, não é? Mas vocês podem pensar: o que ele sabe? Sei o mais importante:
Que sou filho de deus, e por isso não tenho medo dele, tenho amor e respeito, porque foi assim que Dona Graça me ensinou. Sei que devo amar ao próximo como irmão, porque viemos do mesmo Pai; e não preciso sair pulando e gritando aos quatro ventos o nome dele em vão, mas falar ao meu pai em segredo, do fundo do meu coração, que ele me ouve, e que a minha mão esquerda não saiba o que a mão direta faz. Pra mim, é nisso que se resume – como dizem – a Lei e os Profetas. Trabalho com alegria, levando alegria aos outros, não importa a cor, a raça, o lugar aonde nasceram, se são ricos, pobres, importantes ou gente simples, qual a religião deles. Levo Alegria às pessoas. E se tenho alegria de viver e pra dar aos outros, é muito por causa do amor que recebi em casa. Isso, não tem preço. Muito obrigado, Dona Graça, Deus lhe dê saúde e muitos anos de vida.
Que sou filho de deus, e por isso não tenho medo dele, tenho amor e respeito, porque foi assim que Dona Graça me ensinou. Sei que devo amar ao próximo como irmão, porque viemos do mesmo Pai; e não preciso sair pulando e gritando aos quatro ventos o nome dele em vão, mas falar ao meu pai em segredo, do fundo do meu coração, que ele me ouve, e que a minha mão esquerda não saiba o que a mão direta faz. Pra mim, é nisso que se resume – como dizem – a Lei e os Profetas. Trabalho com alegria, levando alegria aos outros, não importa a cor, a raça, o lugar aonde nasceram, se são ricos, pobres, importantes ou gente simples, qual a religião deles. Levo Alegria às pessoas. E se tenho alegria de viver e pra dar aos outros, é muito por causa do amor que recebi em casa. Isso, não tem preço. Muito obrigado, Dona Graça, Deus lhe dê saúde e muitos anos de vida.
5 de maio de 2009
Sim e Não
NÃO – Eu não mereço.
NÃO – Eu não vou desistir.
SIM – Eu vou me libertar.
SIM – Eu estou puta da vida.
SIM – Eu vou planejar.
NÃO – Não quero mais pra mim.
SIM – Eu sei esperar.
SIM – Eu vou me sentir culpada.
SIM – Vai passar.
NÃO – Não adianta tentar mais.
NÃO – Eu não vou desistir.
SIM – Eu vou me libertar.
SIM – Eu estou puta da vida.
SIM – Eu vou planejar.
NÃO – Não quero mais pra mim.
SIM – Eu sei esperar.
SIM – Eu vou me sentir culpada.
SIM – Vai passar.
NÃO – Não adianta tentar mais.
28 de abril de 2009
Procuro vaga em um hospício
...um lugarzinho assim limpinho, calmo, com amiguinhos dóceis e simpáticos...
Procuro um lugar assim pq só posso estar louca... afinal, insisto em não fazer mal aos outros propositalmente, a ser educada, a estar disponível para meus amigos e a mentir o mínimo possível enquanto todos à minha volta agem de forma diferente, às vezes diametralmente oposta (para usar um expressão que adoro)...
Meus sintomas são muito claros e fortes... imagine você que “invento” histórias, dizendo às pessoas (na cara destas) o que elas fizeram e eu não gostei... e a resposta é quase sempre a mesma: -“ÓBVIO QUE NÃO FIZ ISSO”... assim mesmo, em letras garrafais...
Li em algum lugar sobre o sentimento de “não pertencer”, e é isso mesmo... eu não pertenço a um monte de lugares...
Não pertenço a este mundo feio onde cada um só se preocupa com o SEU bem-estar...
Não pertenço a este grupo de pessoas que só levam em consideração seus sentimentos e desejos...
Não pertenço a esta população que não leva em consideração aos opiniões e escolhas alheios...
To realmente preocupada... preocupada principalmente com as pouquíssimas pessoas que agem como eu e até expressam alguma amizade por mim... pois estas devem estar sofrendo o mesmo mal...
É... acho que vou ter que procurar mais de 1 vaga...
Procuro um lugar assim pq só posso estar louca... afinal, insisto em não fazer mal aos outros propositalmente, a ser educada, a estar disponível para meus amigos e a mentir o mínimo possível enquanto todos à minha volta agem de forma diferente, às vezes diametralmente oposta (para usar um expressão que adoro)...
Meus sintomas são muito claros e fortes... imagine você que “invento” histórias, dizendo às pessoas (na cara destas) o que elas fizeram e eu não gostei... e a resposta é quase sempre a mesma: -“ÓBVIO QUE NÃO FIZ ISSO”... assim mesmo, em letras garrafais...
Li em algum lugar sobre o sentimento de “não pertencer”, e é isso mesmo... eu não pertenço a um monte de lugares...
Não pertenço a este mundo feio onde cada um só se preocupa com o SEU bem-estar...
Não pertenço a este grupo de pessoas que só levam em consideração seus sentimentos e desejos...
Não pertenço a esta população que não leva em consideração aos opiniões e escolhas alheios...
To realmente preocupada... preocupada principalmente com as pouquíssimas pessoas que agem como eu e até expressam alguma amizade por mim... pois estas devem estar sofrendo o mesmo mal...
É... acho que vou ter que procurar mais de 1 vaga...
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